Pablo Neruda

"Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe. A minha alma não se contenta com havê-la perdido. Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a. O meu coração procura-a, ela não está comigo.
A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores. Nós dois, os de então, já não somos os mesmos. Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei. Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido. De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos. A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos. Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda. É tão curto o amor, tão longo o esquecimento. Porque em noites como esta tive-a em meus braços,a minha alma não se contenta por havê-la perdido. Embora seja a última dor que ela me causa,e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo."

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Meus dias pós México...


O sono me domina e ja nao pertenço a mim. Ela insiste e eu perco a hora. Minha cama me ama.
Pessoas felizes cantam. O sol diz q precisa de mim. E ela a me esperar. Silenciosa e cálida. Cama: já quero voltar. :)

2 comentários:

  1. Adorei conhecê-la! Vc é poesia completa.
    Lindas suas palavras e você.
    Um beijo de Maria.
    Entra lá, no meu blog http://www.grupoparampara.com e mariasarabacura.blogspot.com e eraumavezemitapevi.blogspot.com
    Um pouco de mim...

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