Pablo Neruda

"Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe. A minha alma não se contenta com havê-la perdido. Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a. O meu coração procura-a, ela não está comigo.
A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores. Nós dois, os de então, já não somos os mesmos. Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei. Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido. De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos. A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos. Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda. É tão curto o amor, tão longo o esquecimento. Porque em noites como esta tive-a em meus braços,a minha alma não se contenta por havê-la perdido. Embora seja a última dor que ela me causa,e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo."

quarta-feira, 1 de julho de 2009

No volveré


Cuando lejos te encuentres de mi, cuando quieras que este yo contigo, no tendras un recuerdo de mi, ni tendras mas amores conmigo. Te lo juro que no volveré, aunque me haga pedazos la vida, si una vez con locura te ame, ya de mi alma estaras despedida. No... volveré, te lo juro por Dios que me mira, te lo digo llorando de rabia, yo no volveré. No... parare hasta ver que mi llanto ha formado, un arrollo de olvido anegado,donde yo tu recuerdo ahogare.Fuimos nubes que el viento aparto, fuimos piedras que siempre chocamos, gotas de agua que el sol reseco, borracheras que no terminamos. En el tren de la ausencia me voy, mi boleto no tiene regreso, lo que quieras de mi te lo doy pero no te devuelvo tus besos.

No... Volveré, te lo juro por Dios que me mira, te lo digo llorando de rabia,yo.. no volveré.

No... Parare hasta ver que mi llanto ha formado, un arrollo de olvido anegado,Donde yo tu recuerdo.... ahogare.

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